Quem nunca passou por um texto do GJOL em seu percurso acadêmico? Pois agora, as pesquisas produzidas pelo Grupo de Pesquisa em Jornalismo On-Line da UFBA (GJOL) vão estar disponíveis em forma de coletânea e com acesso gratuito. Serão produzidos três volumes. O primeiro deles, já está disponível para download no Site da Editora da UFBA. 

Como referido no resumo de apresentação do livro, estão incluídos Textos Fundadores (abrangendo o período de 1996 a 2006) e Textos Metodológicos, que se caracterizam por demarcar as diversas aproximações do grupo no campo da metodologia para a pesquisa em Jornalismo Digital. 

O volume resgata parte da produção do GJOL, que se encontra dispersa por teses, dissertações, trabalhos de conclusão de curso, relatórios de pesquisa, artigos em periódicos, capítulos de livros e comunicações em congressos. A coletânea é organizada pelos pesquisadores Elias Machado, Marcos Palacios e Suzana Barbosa.

 O GJOL é um grupo pioneiro em pesquisas acadêmicas em Redes Digitais e das Novas Tecnologias de Comunicação. Desde 1995 os pesquisadores fundadores do grupo dedicam-se a compartilhar conhecimento ao tornar público e gratuito a maior parte de seus estudos.Originalmente criado pelos Professores Elias Machado (hoje na UFSC) e Marcos Palacios (UFBA), o GJOL está atualmente sob a coordenação dos Professores Marcos Palacios e Suzana Barbosa. 

A quarta edição do Congresso Internacional de Jornalismo para Dispositivos Móveis acontece em novembro, na cidade da Covilhã, em Portugal. O evento, que reúne pesquisadores de renome da área do jornalismo móvel, ubíquo, imersivo entre outros, tem chamada de trabalhos aberta até o dia 30 de junho.

Nesta edição, para privilegiar o debate e as discussões em torno das mesas temáticas, os autores terão que propor perguntas a outros participantes, que serão escolhidos por sorteio, para que as pesquisas possam ser aprofundadas no intuito de que os textos, a serem publicados em livro após o evento, tenham contributos que somem aos trabalhos apresentados.

Neste ano, o JDM terá como conferencista de abertura a jornalista Eva Domínguez, fundadora e diretora da Minushu, uma start-up dedicada a criar experiências narrativas com tecnologias imersivas, como realidade aumentada e realidade virtual. O encerramento do evento, ficara a cargo de Márcio Carneiro dos Santos, professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) que vai falar sob Sistemas Imersivos e Realidade Virtual no Jornalismo.

As cinco mesas temáticas desta edição, são:

Mesa 1: Os dispositivos móveis como ferramenta de produção 
[Estudos sobre a utilização dos smartphones no contexto da recolha e tratamento de informação (MoJo)]

Mesa 2: Os dispositivos móveis como plataforma de consumo de notícias 
[Estudos sobre a receção de conteúdos em dispositivos móveis]

Mesa 3: Novas narrativas jornalísticas para dispositivos móveis
[Estudos sobre novos formatos específicos para tablets ou smartphones]

Mesa 4: Modelos econômicos em jornalismo para dispositivos móveis
[Estudos de caso sobre iniciativas de monetização de conteúdos]

Mesa 5: Jornalismo appificado
[Estudos de caso sobre apps jornalísticas]
 A editora Garamond está com dois livros de comunicação gratuitos para download. O primeiro é  Ética da informação: perspectivas e desafios, organizado por Maria Nelida Gonzalez de Gomez e Regina de Barros Cianconi que, segundo comunicado da editora, nos despertam para questões contemporâneas que tocam os problemas relativos à gestão democrática da informação, da produção e reprodução do conhecimento científico e da construção de narrativas e “verdades” ancoradas nas memórias dos documentos e arquivos que (re)fazem os eventos e acontecimentos históricos.

Os textos da coletânea nos suscitam reflexões pertinentes à governança das democracias sociotécnicas contemporâneas. O livro pode ser baixado clicando aqui.

O segundo é Pierre Bourdieu e a produção social da cultura, do conhecimento e da informação, organizado pelos pesquisadores Regina Marteleto e Ricardo Pimenta, do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do IBICT-UFRJ. 

O livro-coletânea, segundo divulgação, conta com a contribuição de autores das áreas de Ciência da Informação, Comunicação, Saúde, Arquitetura e Urbanismo, Museologia, Ciências Sociais, que analisam diferentes formas de aplicação dos conceitos e métodos produzidos por Pierre Bourdieu, em seus respectivos campos de inserção científica. A obra pretende ainda fornecer um guia de leitura da obra do sociólogo para a reflexão crítica das formas sociais de produção do conhecimento, obra inovadora proposta pela Ciência da Informação, como tributo às contribuições das ideias de Pierre Bourdieu nesse campo de estudos. O livro pode ser baixado aqui.
Produto final do III Congresso Internacional de Jornalismo e Dispositivos Móveis, que aconteceu em novembro de 2016 na Universidade da Beira Interior, o livro Jornalismo Móvel: linguagem, gêneros e modelos de negócio foi publicado nesta quinta-feira (30 de março) pela LabCom Books, editora do Laboratório de Comunicação da UBI.

No livro, editado pelo professores João Canavilhas e Catarina Rodrigues, estão as comunicações apresentadas que servirão como base para a discussão do papel dos dispositivos móveis no jornalismo do século XXI.

O livro está disponível gratuitamente neste link.

Sinopse:

Depois dos livros “Notícias e Mobilidade: O jornalismo na era dos dispositivos móveis”, de 2013, e “Jornalismo para Dispositivos Móveis: Produção, distribuição e consumo”, de 2015, este “Jornalismo Móvel: Linguagem, gêneros e modelos de negócio” é mais um contributo do LabCom.IFP para a discussão do papel dos dispositivos móveis no jornalismo do século XXI.

E se insistimos na temática é porque neste período de quatro anos se continuou a verificar um crescimento nas vendas de dispositivos móveis com o consequente aumento no número de acessos a conteúdos online. Esperava-se que o consumo massificado de notícias online tivesse repercussões nas receitas dos meios de comunicação e no surgimento de novos formatos e linguagens adaptadas a uma recepção tecnologicamente avançada, mas nada disso aconteceu. 
Continua a ocorrer uma divergência crescente entre o potencial dos dispositivos de recepção e a qualidade dos conteúdos produzidos pelos meios de comunicação, o que frustra as expectativas dos consumidores e limita a geração de receitas.
Face a este cenário, a investigação científica tem a obrigação de discutir o problema e este livro é mais contributo para essa discussão.


Foto: stevepb/Public Domain/Pixabay
Uma ação corriqueira que vem desde os primeiros anos da faculdade é: se ambiciono trabalhar no futebol, devo esconder meu time do coração. Foi assim comigo, com amigos e ainda é assim com os mais variados acadêmicos. 

Em artigo publicado pela revista Rádio-Leituras de 2015, eu e meu orientador, Prof. João Canavilhas, falamos "entre os vários jornalismos especializados, o esportivo é, provavelmente, o que mais interfere com a paixão da audiência, sendo o futebol o único esporte com expressão verdadeiramente global.".

E talvez seja essa conexão global, proporcionada pelas mudanças no ecossistema midiático, com interação constante e interferência da audiência que deixe os estudantes e jornalistas receosos em revelar seu time do coração. Mesmo aqueles que estão na mídia há vinte ou trinta anos, tem times do coração. Essa paixão do brasileiro vem de berço. Nasce antes de qualquer ambição profissional. Mas quem está no jornalismo, coloca a sua profissão acima dessa paixão desde as primeiras linhas. Quem está falando sobre futebol, pauta sempre pelo respeito. Nem vou usar isenção, vejam bem! Vou usar respeito. Respeito consigo mesmo, com seu veículo e com seu público.

Puiatti (2011) refere que o jornalista especializado em alguma editoria, como a esportiva, é um profissional diferenciado pois adquire um caráter seletivo e Candelas (2003) acrescenta que o consumidor estabelece uma relação próxima com esse jornalista especializado e tem nele alguém de confiança e referência de uma temática especifica. E talvez o receio de reações negativas de algum lado de torcedores, faz com que seja uma escolha difícil a de revelar o time do coração.

Nos últimos dois anos, casos marcantes dessas revelações, em suma, na imprensa gaúcha, ganharam certo destaque. Leonardo Meneghetti, Rafael Serra e Fabiano Baldasso. Há, ainda, um dos mais respeitados no meio: Mauro Beting, identificado com o Palmeiras há muitos anos. Uma escolha difícil. Onde se pesa todo um contexto pessoal e profissional. De pensar no passado já solidificado e no futuro a ser construído. 

Os jornalistas não perdem seu diploma por isso. Eles não perdem seu senso crítico e ético em detrimento de uma simples publicação que parte do coração. Assim como quem opta por não revelar, não pode ser julgado como torcedor de x e y a cada publicação. Jornalista fez juramento. Jornalista é jornalista. Como "contra-ponto" às revelações, para provar que isso não interfere em nada, posso citar profissionais que na minha visão fazem um trabalho espetacular. De bate-pronto lembro-me de: Filipe Duarte (embora já tenha falado seu clube de infância no seu blog), Diori Vasconcellos, Carlos Guimarães, Rodrigo Oliveira, Felipe Nabinger...

Santana (2005) diz que o esporte deve ser um espaço de aprendizado constante, diretamente relacionado com a educação o que podemos relacionar com Habermas (1989) que refere, ainda, ser uma manifestação cultural compartilhada em grupos ou comunidades com o intuito de formar hábitos e comportamentos na sociedade. Seja de clube revelado ou não.

Por fim, deixem de duvidar de informações dos jornalistas. Acreditem nos princípios do jornalismo. Esse novo viés trata-se, apenas, de um fenômeno que busca uma renovação cultural dentro do jornalismo de esportes. Os precursores enfrentarão dificuldades, é claro. Mas é uma boa forma de tentar mostrar outros olhares, que vão muito além de uma simples compreensão clubística.
Foto: Reuters
A Microsoft, fundada por Bill Gates e Paul Allen e conhecida fabricante de softwares e computadores pessoais expandiu, de vez, seus negócios. Foi anunciado nesta segunda-feira que a empresa americana comprou o LinkedIn, rede social de negócios, fundada em 2002 e que possuí mais de 430 milhões de usuários registrados em mais de 200 países.

O valor total da negociação superou os 26 bilhões de dólares, pouco mais de 90 bilhões de reais. O valor foi calculado sobre o preço de cada ação do mercado da última sexta-feira, quando o LinkedIn encerrou o dia com cada ação valendo 196 dólares.

De acordo com um comunicado conjunto, a rede profissional irá "manter a sua marca, a cultura e independência" e Jeff Weiner permanecerá como CEO, porém vai ter que reportar todas suas ações para Satya Nadella, CEO da Microsoft. A operação foi apoiada "por unanimidade" pelos conselhos de administração das duas empresas, mas ainda está pendente da aprovação das autoridades reguladoras .
Os 26,2 bilhões de dólares da negociação superam os quase 22 bilhões de dólares pagos ao WhatsApp pelo Facebook há poucos anos atrás.

As informações são do Jornal El Mundo.
Cláudia Peixoto de Moura, professora da FAMECOS/PUCRS e Maria Immacolata Vassallo de Lopes professora da ECA/USP organizaram, baseado em seus estudos uma publicação para auxiliar nas pesquisas em comunicação.

O livro, lançado nesta semana pela Editora da PUCRS, conta, ainda, com os autores Richard Romancini, José Luiz Braga, Marco Roxo, Eugenia Mariano da Rocha Barichello, Vera Veiga França, Nísia Martins do Rosário, Marialva Carlos Barbosa, Jiani Bonin, Marcia Benetti, Carlos Alberto de Carvalho, Marcelo Kischinhevsky e Mahomed Bamba. Cada um destes, escreveu um capítulo acerca de suas pesquisas e métodos e querem, com isso, contribuir para uma qualificação dos métodos de pesquisa em comunicação.

Segundo apresentação do livro, a obra é composta por um relato da pesquisa empírica, por uma apresentação do CECOM e pelos textos de docentes que ministram disciplinas curriculares envolvendo a temática ‘Metodologia da Pesquisa em Comunicação’, nos nove Programas de Pós-Graduação em Comunicação avaliados com as melhores notas no Brasil

A Parte I – Estudos do campo da Comunicação: ensino e pesquisa tem um caráter mais institucional na medida em que apresenta um relato de uma pesquisa empírica a respeito da temática, intitulado ‘Metodologia da pesquisa em comunicação: estudo bibliográfico em disciplinas de pós-graduação’, realizado por Cláudia Peixoto de Moura junto ao CECOM, que já possui outros trabalhos baseados em bibliometria ao longo de sua existência.

A Parte II – Questões epistemológicas na Pesquisa em Comunicação possui um caráter pedagógico e está dividida em três capítulos.

A obra tem PDF gratuito e pode ser acessada neste link
Imagem: Divulgação Spotify
Com mais de 75 milhões de assinantes ao redor do mundo, era natural que o Spotify, serviço de músicas por streaming, buscasse outras mídias para contemplar seu público. De acordo com informação avançada pelo canal Bloomberg, o Spotify já tem, em andamento, a produção de 12 séries musicais.

A inserção de conteúdo audiovisual não será uma novidade para os assinantes do serviço, tendo em vista que desde o ano passado clipes da BBC e do Comedy Central já estão disponíveis para os usuários.

A ideia inicial é que todas as produções originais tenham algum enfoque musical, para que não o serviço não fuja de sua gênese. Sendo assim, o Canal Tech fez um resumo dos novos produtos que devem ser lançados até o final de 2016. Inicialmente, só em alguns países, como os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Suécia, país de origem do serviço.

Conheça algumas das produções que estão em andamento no Spotify, segundo o Canal Tech:

Rush Hour - Dois artistas de hip-hop são apanhados em uma van durante o a hora do rush em Los Angeles. Enquanto se dirigem para um local desconhecido eles devem criar mashups de uma das suas músicas mais conhecidas. Depois disso, eles chegam ao centro de Los Angeles no estacionamento da nova empresa de Russell Simmons All-Def Digital, onde selam uma nova colaboração perante uma multidão de fãs enlouquecidos.

Landmark - Composto por entrevistas exclusivas, imagens de arquivo e arquivos multimídia exclusivos, cada episódio de marco traz à vida a história de um momento ou movimento importante da história da música. Cada episódio é acompanhado por um podcast com análises profundas de algumas músicas.

Drawn & Recorded - Com narração do ganhador do Oscar T-Bone Burnett e animação impressionante de Drew Christie, cada episódio conta uma história notável da história da música. As histórias vão desde introspectivas a quadrinhos, e apresentam artistas de todo o espectro musical.
Life in Short - É uma série de antologia celebrando alguns dos artistas mais enigmáticas da música. Cada temporada de 24 episódios cobre um único artista e cada episódio de menos de dois minutos utiliza um dispositivo narrativo diferente (animação, documentário, show de tributo) para destacar um aspecto chave da vida do artista.

Drawn & Recorded - Duas celebridades trocam suas playlists do Spotify por um dia, no processo de descobrir novas músicas, aprendendo um pouco sobre o outro, e destacando que todas as formas de música estão ligadas à identidade e à cultura.

Singles - Gravado no novo estúdio de música do Spotify em Nova Iorque, esta série mostra como artistas gravam algumas de suas músicas mais conhecidas. A série terá um clima super intimista, com aparência consistente, mas com elementos visuais alinhados às sensibilidades de cada artista.

Rhymes & Misdemeanors - Em cada episódio desta série de crimes verdadeiros, traçaremos o perfil de um crime notório do mundo da música. Do canibalismo do rapper Big Lurch até a trama de assassinato de aluguel do cantor da banda de metal As I Lay Dying, vamos contar a história completa de como algumas das maiores e mais promissores promessas da música foram tragicamente levadas para o caminho errado.

Ultimate/Ultimate - O vencedor do Oscar Tim Robbins estrela um documentário de comédia que segue várias pessoas apaixonadas que competem para se tornar a próxima grande estrela EDM. Do DJ Sparkle aos irmãos que imitam o Daft Punk, a série explora as nunces divertidas, simpáticas e absurdas das pessoas que são capazes de tudo para perseguir suas paixões musicais.
Generations - Nesta exclusiva série de performance, duas gerações de estrelas do hip-hop se juntam para criar novas versões de suas canções mais notáveis. Cada capítulo da série contará com performance musical, juntamente com segmentos de documentários sobre a experiência.

Public Spaces - Cada espisódio caracteriza uma performance em um dos grandes espaços públicos do mundo. Quer se trate de Macklemore na Union Square, ou A$AP Rocky no Portão de Brandemburgo, esta série irá redefinir a música para as massas.

Flash Frame - A série é o rejuvenescimento do formato de vídeo musical do Spotify. Uma vez por mês, um artista renomado vai se apresentar na sede do Spotify em Nova Iorque. O show será capturado em vídeo, com direito a efeitos visuais e intercalados com uma das faixas executadas para construir uma narrativa em torno do tema da canção. Diretores de videoclipes, animadores e outros profissionais de criação ajudarão a elaborar cada episódio.

Focus On - É uma série de desempenho orientado a dados que vive na intersecção de música, cultura e Spotify. O Spotify irá identificar uma banda popular em um mercado-chave, e fazê-los tocar um show exclusivo para fãs por meio de dados do Spotify. Além da performance, cada um dos cinco episódios apresenta perfis dos fãs e da cultura musical de locais do mundo inteiro.
Numa semana onde um estudo do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da USP e publicado pela BBC Brasil, mostrou que 3 das 5 notícias mais compartilhadas no Facebook são falsas, chega a ser um alento quando nos depararmos com conteúdos que contribuam com nosso desenvolvimento profissional nessas redes sociais. Ainda mais, para uma correta prática do jornalismo.

O advogado Ericson M. Scorsim, da Meister Scorsim, lançou o e-book "Direito das Comunicações – Regime Jurídico dos serviços de internet, telecomunicações, TV por radiodifusão e TV por assinatura". Segundo o Convergecom, o livro tem como foco a legislação aplicável aos serviços de internet, telecomunicações, televisão por radiodifusão, TV por assinatura e publicidade. Sendo um excelente aliado na consulta das leis que regem o serviço.

Clique aqui para ter acesso ao e-book.


Neste post, apresento algumas das referências básicas que utilizei durante a minha graduação, para formatação do Trabalho de Conclusão de Curso, na Universidade Federal do Pampa, sob orientação do Prof. Marco Bonito e tenho usado na produção de artigos e escrita da dissertação, durante o mestrado, na Universidade da Beira Interior, sob orientação do Prof. João Canavilhas.


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BARBOSA, Suzana; MIELNICZUK, Luciana (ORGs). Jornalismo e Tecnologias Móveis. Covilhã, PT: Livros LabCOM, 2013. DIsponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20130522-201302_susana_luciana_jornalismotechmoveis.pdf>
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CANAVILHAS, João. (Org). Notícias e Mobilidade. O Jornalismo na Era dos Dispositivos Móveis. Covilhã, PT: Livros LabCOM, 2013. Disponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/94>
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CANAVILHAS, João. (Org). Webjornalismo: 7 caraterísticas que marcam a diferença. Covilhã, PT: Livros LabCOM, 2013. p. 33-54. Disponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/121>
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CANAVILHAS, João & SATUF, Ivan. (Org). Jornalismo para Dispositivos Móveis. Covilhã, PT: Livros LabCOM, 2015. Disponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/137>
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FIDALGO António. e SERRA, Paulo (org.). Informação e Comunicação Online: Jornalismo Online. Covilhã, PT: Livros LabCOM, 2003. Disponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.pt/book/79>
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JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008
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MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para os jornalistas. Salvador: Calandra, 2003.
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MACHADO, Elias & PALÁCIOS, Marcos. (org). Modelos de Jornalismo Digital.  Salvador: Edições GJOL: 2003.
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PRIMO, Alex. Interação mediada por computador. Porto Alegre: Edit. Sulina. 2007
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SALAVERRÍA, Ramón. Redacción periodística en internet. Pamplona: EUNSA, 2005