quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Paul McCartney faz show surpresa no Dia dos Namorados do hemisfério norte

Imaginem um casal que saiu para comemorar o Valentine's Day, no último dia 14 de fevereiro, e escolheu o Irving Plaza, um pequeno restaurante em Manhattan para ir. Ao chegar no local, o preço de entrada era de 40 dólares e incluia um show ao vivo. Preço bem baixo para os padrões do mais antigo e mais densamente povoado entre os que formam a cidade de Nova York.

Só que a atração da noite era, ninguém mais, ninguém menos do que Sir Paul McCartney. O ex-Beatle fez uma apresentação com duas horas de duração e com um repertório muito parecido com os dos shows feitos recentemente no Brasil.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Matt Nathanson e banda tocam AC/DC e são surpreendidos pela plateia

Matt Nathanson é um músico estadunidense, cujo trabalho mistura folk com rock and roll. Além de cantar, ele toca violão acústico e guitarra. O maior sucesso de sua carreira é "Come On Get Higher", porém ele ficou bastante conhecido por sua personalidade cômica em cima dos palcos.

E em uma dessas apresentações, em agosto de 2014, ele acabou surpreendido pelo público que assistia seu show no distrito de Clifton Park, em Nova York.

Ao executar os primeiros acordes de You Shook Me All Night Long, dos australianos do AC/DC, ele ficou impressionado com a vibração da plateia que cantou junto até o final.

Confere aí o vídeo, que eu vi lá no Blog do Pretinho Básico:





segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Jorge e Mateus lançam novo single no Youtube

A dupla Jorge e Mateus utilizou o Youtube para lançar a sua nova música. O single, que é chamado "31/12", fala sobre o fim de um ano e começo de outro.

Atualmente a dupla é considerada a principal da vertente do sertanejo universitário, emplacando diversos hits em rádios de todo o país há vários anos. As músicas de Jorge e Mateus também estão entre as mais acessadas e baixadas da internet, liderando o ranking dos artistas mais acessados nos maiores portais de música do país

Confira abaixo o novo single da dupla:


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O Natal, o Final de Ano e a distância

Sempre me falaram que pra tudo existe uma primeira vez, embora, muitas vezes, não estamos preparados para ela. Neste final de ano, terei uma dessas experiências e, claro, acho que não estou preparado para ela. 25 natais e réveillons depois, estou aqui, escrevendo um relato pré-festivo para contar que será a primeira vez que passarei as festas longe dos Ozorio Giacomelli.

Embora não esteja preparado, não quer dizer que não pude escolher. A escolha foi minha. Um sonho construído tijolo por tijolo me trouxe a Portugal. Uma estrada que pegou um trevo diferente e colocou em um mestrado, na área profissional que escolhi para meu futuro. Digo que pegou um trevo diferente porque até pouco tempo atrás, não me via seguindo na academia. Mas repito, pra tudo tem uma primeira vez.

Nesse ano, não vou ver a correria dos meus pais para deixar tudo da melhor forma para os filhos, não vou ver a melhor imitação de Papai Noel, que é a do Vô Erny e nem comer aquelas comidas maravilhosas que a Vó Nona faz para ceia natalina. Nesse natal não trocarei presentes com eles. Nesse final de ano, nossos votos serão de forma virtual.

Também nesse ano, não vou brindar a virada de ano no Chácara do Vô Lucio, não vou comer o arroz e feijão da Vó Niny nem os doces da tia Márcia, que viajam meio Brasil para compartilhar conosco o réveillon. Não vou discutir futebol com os dindos Tito e Kinho e com o tio Fernando, não vou cornetear o Filipe e o Bernardo e nem vou ver o Élbio e o Henrique indo dormir quando o tio Beko já está levantando para ler. Não vou cevar um mate ao som dos passarinhos da chácara com a dindas Claudia e Márcia e a tia Nice, nem jogar vôlei com os melhores primos que poderia ter. Não vou ter o Davi para abraçar e brincar na piscina nem a Chloe para limpar a cada ida nos matos da Chácara. À meia-noite, não vou poder abraçar e desejar, presencialmente, um feliz ano novo ao Erny, a Lucia, ao Felipe e ao Enrico, as melhores pessoas deste mundo todo.

Porém, não quer dizer que neste ano não vá brindar a passagem destas datas. Vou comemorar com uma pessoa tão especial quanto eles. A Tâmela, que já é uma Ozorio/Giacomelli, também, apesar de não constar nos documentos dela. Que me acompanha nas aventuras malucas dessa vida. Que brinda o meu dia-a-dia e que o torna mais feliz e que ajuda a suportar toda essa distância toda. Que, assim como todas essas pessoas ali de cima, faz de tudo pra me ver feliz. E, ao lado dela, comemoraremos essas datas com árvore de natal, troca de presentes, com peru e mais umas tradições portuguesas que aprendemos nesse tempo.

Como tudo tem uma primeira vez, essa será a primeira nas festas de fim de ano. E esse texto não trata-se de lamentação. É apenas uma forma de lembrança. De saudade. E saudade é o preço que pagamos por ter vivido momentos inesquecíveis, por partilhar estes com pessoas especiais. Se nesse momento a distância me faz chorar, é apenas a certeza do amor que eu sinto pela minha família. Mas, acima de tudo, quero que eles saibam que eu estou muito bem e lutando pelos nossos sonhos. Nossos sim, pois como Raúl deixou bem claro em Prelúdido, "um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade."

Então, família Ozorio e família Giacomelli, um Feliz Natal e um próspero 2015 para todos vocês!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Novidade musical: Tiago Iorc regrava "Dia Especial", da Cidadão Quem

Tiago Iorc faz novas versões para grandes sucessos. 
Foto: Breno Galtier
Quando a semana começa com música boa, é bom sinal. E dessa forma abrimos a semana natalina de 2014.

O paraibano Tiago Iorc regravou mais uma música composta por Duca Leindecker e a versão foi aprovada pelo autor, que a classificou como uma bela versão, com um belo arranjo.

Além da belíssima letra, o clipe feito para esta versão emociona por ter a participação de Julia Leindecker, filha do músico e irmão de Duca, Luciano Leindecker, que faleceu em novembro, vítima de um mieloma múltiplo.

Tiago Iorc já havia gravado "Música Inédita", também de Duca e com ela fez um grande sucesso em apresentações aqui em Portugal.

Confira abaixo o clipe e a versão de "Dia Especial":


domingo, 21 de dezembro de 2014

Surpresas do Youtube: Scott Bradlee & PostModern Jukebox

Dando sequência a série que começou no último domingo, a surpresa do Youtube dessa semana também veio por acaso. E esse é uma das melhores coisas da internet. A hiperligação de uma coisa com a outra, de um link com outro, que nos possibilita chegar em descobertas como essas que formam essa seção do blog.




Scott Bradlee é um pianista americano que toca músicas famosas em estilos diferentes (anos 60, 50, 40, smooth jazz, New Orleans e por aí vai). 

A maior parte das músicas é acompanhada pela charmosíssima Robyn Adele Anderson nos vocais e a banda super afiada, PostModern Jukebox.

Em 2013, Bradlee começou a trabalhar mais seriamente na formação pós-moderna Jukebox. Ou seja, um grupo rotativo de músicos que produzem covers de canções pop nos estilos de jazz, ragtime, e swing.


Confira abaixo, dois vídeos deles, que selecionei:

domingo, 14 de dezembro de 2014

Surpresas do Youtube: Walk off the Earth

Com esse novo formato do blog, vou buscar trazer coisas que encontro na internet e acho interessante compartilhar com vocês. Dessa forma, a sessão "Surpresas do Youtube", foi criada e, uma vez por semana, sempre aos domingos, postarei aqui algo que achei interessante. E vocês podem e devem participar dando sugestões pelo facebook, twitter ou pelo fabio@fabiogiacomelli.com.


Walk off the Earth

Os canadenses do Walk off the Earth formaram a banda em 2006 com o intuito de produzir covers e clipes de baixo custo e distribuí-los em seu canal do Youtube. E dessa forma conquistaram um grande público e, até hoje, não trabalham com empresários e gravadoras, sendo artistas totalmente independentes.

Com o  vídeo cover da música "Somebody That I Used to Know", atingiram, em 2012, mais de 127 milhões de visualizações em quatro meses, recebendo críticas positivas dos próprios Gotye e Kimbra, que participam da versão original da canção.

Confira abaixo, algumas das produções dos caras:


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O primeiro encontro com a bola estrelada

Acho que nasci com uma tendência a gostar de futebol. É inexplicável. Enquanto criança, queria, como muitos, ser um astro de dentro das quatro linhas. A posição: goleiro. Embora seja a mais difícil de todas as posições futebolísticas, a que em um jogo pode te levar da idolatria ao abismo, queria ser o dono da camisa 1.

Lembro-me, com toda a clareza, quando fui pela primeira vez ao Estádio Alceu Carvalho, do Cruzeiro de Santiago, acompanhado pelo meu pai, para jogar na escolinha do clube. O treinador era o Jaime Wesz, que até hoje orienta a gurizada por lá. Neste dia, também escolhi ser goleiro. Eu, até então, com pouco mais de um metro de altura, me assustava com o tamanho da goleira. Mas isso não fez com que desacreditasse do sonho.

Depois do Cruzeiro vieram a escolinha do Batista, no clube 7, da URI, os jogos no Demétrio Ribeiro, no Taquara FC e por fim no Apolinário. Nessa época, já tinha a certeza de que os campos tinha ficado a uma distância intergaláctica. Mas foi aí que outro sonho me aproximou novamente do futebol. O da comunicação.

Como alguém poderia ser infeliz fazendo o que gosta e falando do que gosta. Estava aí a profissão perfeita. Coloquei na minha cabeça que queria ser jornalista esportivo. Trabalhar em uma grande rádio era o primeiro desejo. Depois vieram os sites e o grande projeto da minha vida: o Missão Esportiva.

Nesse período já sabia quais as competições europeias, americanas, africanas e asiáticas. Conhecia jogadores, suas posições, técnicos e árbitros. Do gramado do Vicentão, nas partidas da AESB, aos gramados Argentinos, na Copa América 2011, primeira grande experiência em jogos profissionais, foram algumas palavras escritas. De longe, lá da arquibancada ou das cabines de imprensa, confirmava: futebol é uma paixão pessoal.

Os programas esportivos que falavam de todos os campeonatos e as partidas reprisadas milhões de vezes, sempre, por pelo menos um período, tinham a minha audiência. Estaduais, Copa do Brasil, Brasileirão, Libertadores, Mundial, Liga dos Campeões.... Ah Liga dos Campeões... A mais poderosa liga de clubes de futebol. Onde jogam os maiores craques da atualidade. E esta competição era algo que sentia uma distância enorme, afinal, morava do outro lado do oceano.

Mas a vida e a comunicação, conspirou para que tivesse a oportunidade de assistir um jogo da Liga dos Campeões da Europa. O Estádio foi o do Dragão, na cidade do Porto, nome que também é o do clube. O adversário, o Shakthar Donetsk, o time mais brasileiro da Europa. Por mais que o jogo não valesse nada, ambas as equipes já estavam classificadas e jogaram com times mistos, a emoção que senti ao ouvir o hino da Liga dos Campeões foi inexplicável.

Naquele momento o meu mundo parou e fiz a mesma reflexão que nestes parágrafos anteriores. Eu estava vendo um jogo da Uefa Champions League. Eu encontrei a bola estrelada. E foi ali, cadeira 31 da fila 13 de setor 45 do Estádio do Dragão que eu assistia a uma partida de Liga dos Campeões.

A qualidade da partida é o fator de menor importância. O Estádio, longe de estar lotado, também. Nesta situação, valia pela realização de um sonho. Um sonho construído ao longo do tempo e esculpido através da paixão pelo futebol. Se o deuses deste esporte agem para dar resultados às vezes inacreditáveis para certas equipes, agem também, tenho certeza, para que, quem gosta deste esporte, possa acompanhar as grandes competições.

O próximo passo, não sei ainda. Mentira, sei sim. É a Copa do Mundo, que me faltou quando foi realizada em nossa terra. Vou à Russia, Anotei nos meus sonhos. Se não lá, vou no Catar. Enquanto isso, peço que os Deuses do futebol que sigam conspirando a meu favor. Obrigado!

domingo, 30 de novembro de 2014

Em um teatro lotado, CCD Oriental de São Martinho, apresentou seu espetáculo anual

Foto tirada pela Companhia, mostrando a lotação do Teatro
Começo essa história confessando que nunca tinha ido a um teatro assistir uma peça teatral. A primeira vez que estive em um teatro, foi em Manaus, para abertura do Intercom. Porém a noite deste sábado, 29 de novembro, foi diferente. Fui, como imprensa, assistir a estreia do espetáculo "Uma revista em dois tons", do grupo Oriental de São Martinho, que em 2014 completou 60 anos de atividade aqui na Covilhã.

De acordo com Francisco Mota, diretor artístico da peça, aproximadamente 100 pessoas estiveram envolvidas com a produção, entre atores, assistentes, músicos e figurinistas. Mota ainda disse que foi um grande desafio apresentar essa peça. pois foi um pedido especial do presidente do grupo, já que era um ano especial para o Oriental de São Martinho. Foram 5 meses desde as primeiras reuniões e a apresentação de ontem.

No palco, foram apresentados 12 pequenas séries, divididas em dois atos. No primeiro, um encontro com a história da Covilhã, trazendo um pouco do seu passado e o seu presente. No segundo, uma valorização da cultura local portuguesa, com ênfase no fado e na marcha, fechando com uma homenagem ao Teatro Municipal da cidade. Foram duas horas de espetáculo, com coreografias envolventes, textos bem desenvolvidos e com pitadas de humor, o que arrancou, além de aplausos, muitas risadas da plateia.

Os ingressos custavam 6 euros cada um e haviam se esgotado 15 dias antes da peça. Com isso, a companhia já se antecipou e marcou uma nova apresentação para o dia 07 de fevereiro. O Teatro da Covilhã foi inaugurado em 1954, passou por reformas nos anos 90 e hoje conta com 984 lugares.

No fim, tive a certeza de que a cidade respira e valoriza suas culturas. Confesso que gostaria de ver, e muito, isso em São Borja e Santiago, por exemplo. Onde alguém se disponibilizasse a criar esses grupos e, além disso, a comunidade abraçasse a ideia. Certamente voltarei ao Teatro da Covilhã.